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Lucros líquidos da Cofina crescem 15,5% em 2002

A Cofina atingiu lucros líquidos consolidados de 8,54 milhões de euros em 2002, o que representa um crescimento de 15,5% face ao verificado no ano anterior. A dívida líquida da empresa caiu 10%.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 12 de Março de 2003 às 16:34
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A Cofina atingiu lucros líquidos consolidados de 8,54 milhões de euros em 2002, o que representa um crescimento de 15,5% face ao verificado no ano anterior. A dívida líquida da empresa caiu 10%.

O valor das vendas e prestações de serviços da Cofina [COFI] aumentaram 2,5% para 216,58 milhões de euros, enquanto o EBITDA cresceu 2,5% para 39,68 milhões de euros, com a margem a ficar inalterada nos 18,3%.

«Estes resultados superaram os naturais efeitos de uma conjuntura económica desfavorável, contrariando a tendência geral de quebra de resultados da actividade empresarial a nível nacional e internacional», refere um comunicado da empresa liderada por Paulo Fernandes.

Por áreas de negócio a Cofina afirma que os media registou as melhores performances, com o nível de publicidade a manter os valores registados em 2001, «contra uma forte descida verificada no mercado».

A Investec, que concentra os negócios de media da empresa, registou lucros de 5,5 milhões de euros, mais 60% que no ano anterior.

Na área da indústria, onde controla a Celulose do Caima e da F Ramada, o contributo foi semelhante ao verificado nos anos anteriores.

A Cofina alerta que os resultados operacionais, que subiram 3,1%, estão reduzidos em 3,4 milhões de euros relativos a amortização do «goodwill», pela aquisição de subsidiárias da área de media, valor sensivelmente igual ao do ano anterior.

A dívida líquida do Grupo Cofina caiu 10% para 133,2 milhões de euros, enquanto os capitais próprios melhoraram 10,5% para 67,5 milhões de euros.

Cofina mantém interesse na Portucel; prevê manter crescimento

No mesmo comunicado a Cofina afirma que «pretende continuar a sua estratégia de crescimento e consolidação na área dos media, onde tem como objectivo ser uma referência e líder na imprensa escrita e nos conteúdos on line».

A empresa reitera que «mantém o interesse no processo de privatização da Portucel», onde já detém uma participação de 1% através da Celulose do Caima.

Nas perspectivas para 2003 a Cofina adianta que «mau grado a conjuntura económica desfavorável e o clima de instabilidade politico-económica decorrente de um eventual conflito armado com o Iraque, perspectiva-se a manutenção do crescimento sustentado da actividade e rentabilidade do grupo Cofina, reforçado com as recentes aquisições».

A Cofina é proprietária do «Correio da Manhã», «Record», «Jornal de Negócios» e o Negocios.pt, entre outras publicações.

As acções da Cofina fecharam inalteradas nos 1,94 euros.

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