Política Manuel Pinho ouvido em Dezembro na Comissão Parlamentar das Rendas

Manuel Pinho ouvido em Dezembro na Comissão Parlamentar das Rendas

O ex-ministro da Economia Manuel Pinho deverá ser ouvido entre 18 e 20 de Dezembro, confirmou o seu advogado. Esta será a segunda ida de Pinho ao Parlamento em 2018.
Manuel Pinho ouvido em Dezembro na Comissão Parlamentar das Rendas
Pedro Catarino
Sábado 12 de outubro de 2018 às 19:10
O ex-ministro socialista Manuel Pinho vai regressar ao Parlamento para ser ouvido no âmbito dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito às Rendas Excessivas no Sector Energético, confirmou a Sábado junto do advogado que representa Pinho, Ricardo Sá-Fernandes. O ex-governante deverá ser ouvido entre 18 e 20 de Dezembro. 

O ex-ministro da Economia informou, em carta enviada à Comissão Parlamentar que preferia ser ouvido presencialmente ou via Skype, avança o jornal Observador. O grupo de deputados, liderado pela social-democrata Maria das Mercês Borges requereu a presença física na Assembleia da República para concretizar a audição.

Pinho terá informado que para estar presente fisicamente a audiência, que estaria marcada já para Outubro, a mesma deveria ser adiada para Dezembro. Os deputados anuíram ao pedido.

Na terça-feira da próxima semana estão previstas audições de dois antigos colegas de Pinho no primeiro Governo de José Sócrates: Castro Guerra que foi seu secretário de Estado com o pelouro da energia e Nunes Correia, o ministro do Ambiente que viabilizou com Pinho a decisão que permitiu estender o prazo das barragens da EDP em 2007. 

Esta será a segunda ida de Manuel Pinho ao Parlamento apra responder na Comissão de Economia às rendas. A primeira foi a 17 de Julho e o ex-ministro recusou-se a esclarecer as razões para o pagamento de cerca de 15 mil euros mensais que a Espírito Santo (ES) Enterprises terá realizado mensalmente para Pinho enquanto este foi ministro da Economia de José Sócrates.

Manuel Pinho foi constituído arguido no caso EDP há um ano, suspeito de ter favorecido de forma ilegítima a EDP durante 2007. 



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