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Manuel Pinho espera "do fundo do coração" que trabalhadores da Autoeuropa reconsiderem

"Estou muito preocupado e do fundo do coração espero bem que os trabalhadores reconsiderem as consequências que uma decisão destas pode ter", disse hoje o ministro da Economia, Manuel Pinho, sobre a rejeição do pré-acordo laboral na Autoeuropa.

Negócios com Lusa 18 de Junho de 2009 às 13:27
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"Estou muito preocupado e do fundo do coração espero bem que os trabalhadores reconsiderem as consequências que uma decisão destas pode ter", disse hoje o ministro da Economia, Manuel Pinho, sobre a rejeição do pré-acordo laboral na Autoeuropa.

O ministro mostrou-se hoje "muito preocupado" com a rejeição do pré-acordo laboral pelos trabalhadores da Autoeuropa, mas sublinhou que governo "não pode fazer nada", porque os trabalhadores "são totalmente livres".

O ministro da Economia e da Inovação afirmou "ter muita pena" que esta decisão tenha sido tomada, mas frisou ter sido uma "votação democrática" e que todos têm de "estar à altura das suas responsabilidades".

"O Governo não pode fazer nada nesta matéria, porque os trabalhadores são totalmente livres", salientou o ministro à margem da inauguração do Centro de Estudos e Desenvolvimento Tecnológico da Plataforma Camões, em Espinho.

Manuel Pinho lembrou o empenho "que ninguém pode imaginar" de "muita gente, desde o Governo aos trabalhadores", para "assegurar um bom futuro para a Autoeuropa".

"Houve noites em que não dormi para conseguir certas coisas para a Autoeuropa. Não têm conta o número de vezes que fui à Alemanha e a emoção que senti quando soube que o Scirocco ia ser produzido em Portugal", acrescentou o ministro, mostrando-se preocupado "não só com a Autoeuropa, mas também com a Volkswagen e toda a indústria".

Os trabalhadores da Autoeuropa rejeitaram quarta-feira um pré-acordo laboral que previa uma redução do pagamento do trabalho extraordinário em seis sábados por ano, desde que os trabalhadores já tivessem usufruído de mais do que os 22 'downdays' (dias sem produção) anuais.

Neste caso, em vez de receberem os sábados a 200 por cento, com um acréscimo de mais 25 por cento, como estava previsto no acordo de empresa, os trabalhadores passariam a receber seis sábados por ano como trabalho normal e a acumular seis horas positivas no saldo de tempo.

A aprovação do pré-acordo laboral teria garantido, desde logo, a manutenção do trabalho em dois turnos e de 250 postos de trabalho de 250 contratados, não se sabendo ainda qual será a posição da administração da Autoeuropa face à rejeição do pré-acordo laboral.

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