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Martifer faz parceria com a CGD para as energias renováveis

A Martifer anunciou hoje que efectuou um acordo com a companhia de capital de risco da Caixa Geral de Depósitos para uma parceria nos negócios de energias renováveis em Portugal e no estrangeiro.

Negócios negocios@negocios.pt 30 de Julho de 2008 às 18:52
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A Martifer anunciou hoje que efectuou um acordo com a companhia de capital de risco da Caixa Geral de Depósitos para uma parceria nos negócios de energias renováveis em Portugal e no estrangeiro.

Num comunicado a empresa liderada por Carlos Martins adianta que “os princípios de colaboração entre as duas sociedades ao nível da promoção e concretização de investimentos na área das energias renováveis, mais especificamente energia eólica e solar, procurando aproveitar as oportunidades de negócio existentes, quer em Portugal quer no estrangeiro”.

A Martifer vai procurar novas oportunidades de investimento nas áreas da energia eólica e solar, podendo o Fundo de Capital de Risco Energias Renováveis – Caixa Capital tomar uma participação até 49% do capital dos referidos projectos.

De acordo com a mesma fonte, a Martifer será responsável pelo desenvolvimento, construção, operação e manutenção dos parques prevendo-se, ainda, o envolvimento do Caixa BI na liderança, organização e montagem das estruturas de financiamento desses projectos.

O fundo de capital de risco gerido pela Caixa Capital, o FCR Energias Renováveis é o primeiro fundo de energias renováveis criado em Portugal e conta com um capital de 50 milhões de euros, estando já investido cerca de 50% daquele montante em diversos projectos, fundamentalmente em empresas de energia eólica.

“Através deste acordo o Grupo CGD e a Martifer pretendem alavancar nas respectivas competências específicas, de forma a permitir uma mais rápida utilização dos recursos afectos à concretização de novos investimentos na área das energias renováveis, contribuindo deste modo para a diversificação das fontes de energia e para o cumprimento dos objectivos previstos no Protocolo de Quioto”, refere o comunicado.
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