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Media Capital dispara mais de 5% para máximos de sempre

A Media Capital negociava em valores recorde, com uma valorização máxima de 5,37%, levando o papel para os 5,30 euros, 22% acima do preço da IPO. Numa altura em que se inicia a negociação dos preços de publicidade relativa à televisão para o próximo ano,

Pedro Carvalho pc@mediafin.pt 14 de Outubro de 2004 às 13:34
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A Media Capital negociava em valores recorde, com uma valorização máxima de 5,37%, levando o papel para os 5,30 euros, 22% acima do preço da IPO. Numa altura em que se inicia a negociação dos preços de publicidade relativa à televisão para o próximo ano, a TVI parte com a liderança no horário nobre.

As acções da Media capital [MCP] negociavam em subida máxima de 5,37% para 5,30 euros, o valor mais alto desde Março de 2004, altura em que a empresa dispersou o capital em bolsa.

A empresa liderada por Miguel Pais do Amaral colocou acções na oferta pública inicial (IPO) a 4,35 euros (com um desconto para os trabalhadores), e desde então acumula uma valorização de 22%.

No início deste mês, os dados da Marktest sugeriam que a SIC (estação maioritariamente detida pela Impresa) fechou o mês de Setembro a liderar com 30,4% de «share» de audiência, mas a estação de Carnaxide perdeu a liderança do «prime-time» para a TVI.

Esta última faixa horária, por norma, capta mais de 50% do total do investimento publicitário. O programa «Quinta das Celebridades» sido o programa mais visto na televisão portuguesa nos últimos dias.

Numa nota a clientes, os analistas do Santander alertam para «o início das negociações dos preços da publicidade relativa à televisão para o próximo ano». Com a TVI a liderar no «prime time», o poder negocial da estação liderada por José Eduardo Moniz aumenta junto dos anunciantes.

A Impresa [IPR] também subia hoje em bolsa, com uma valorização de 0,45% para 4,51 euros. Segundo a agência «Reuters», os analistas da Espírito Santo Research aumentaram o preço-alvo para a empresa liderada por Francisco Pinto Balsemão de 5 euros para 5,7 euros.

Para a companhia liderada por Paes do Amaral, a casa de investimento melhorou o «target» de 5,3 euros para os 6 euros, reiterando a recomendação de «comprar» para ambas.

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