Transportes Metro de Lisboa quer custo com intervenção no Areeiro abaixo dos 15 milhões iniciais

Metro de Lisboa quer custo com intervenção no Areeiro abaixo dos 15 milhões iniciais

Há vários meses que se estendem as obras na estação do Areeiro. Não há previsão sobre quando se resolverá o litigio judicial que justifica o atraso.
Metro de Lisboa quer custo com intervenção no Areeiro abaixo dos 15 milhões iniciais
Diogo Cavaleiro 15 de agosto de 2014 às 07:00

Os custos globais da intervenção do Metro de Lisboa na estação do Areeiro estão estimados em cerca de 15 milhões de euros. Cerca de 8 milhões já estão gastos. Mas a empresa espera não ter de pagar todo o restante dinheiro.

 

"Está a ser desenvolvida uma alteração ao projecto que visa diminuir o âmbito da intervenção e reduzir o valor global do investimento", diz fonte oficial do Metro de Lisboa em respostas enviadas ao Negócios.

 

Há dois átrios na estação de Areeiro que estiveram em obras, para possibilitar o alargamento daquela infra-estrutura de forma a que aí parem comboios com seis carruagens. As obras do átrio sul estão concluídas desde Novembro de 2013. E custaram 8 milhões de euros. No átrio norte, que deveria "gastar" os restantes 7 milhões, também não estão trabalhos a decorrer. Mas porque as obras estão suspensas.


As obras no átrio norte só "serão retomadas na sequência da resolução do litígio judicial existente com o empreiteiro". Não há previsão para a sua conclusão porque a "empresa está condicionada" à resolução desse diferendo.

 

Sem acordo no Areeiro, não há solução para Arroios, a outra estação da linha verde do metropolitano da capital (Cais do Sodré – Telheiras) que não consegue receber comboios com seis carruagens. "Existe uma relação entre as obras nesta estação e na estação do Areeiro, uma vez que para a execução da obra de ampliação da estação de Arroios se encontra previsto o encerramento da mesma e este encerramento apenas será possível quando a estação do Areeiro tiver os dois átrios operacionais", acrescenta fonte oficial do Metro de Lisboa, que funciona em fusão operacional com a Carris.

 

Quando tais trabalhos ficarem concluídos, algo para o qual ainda não há previsão, a circulação na linha verde poderá ser feita com seis carruagens, como acontece nas restantes linhas (azul, vermelha e amarela). Neste momento, são apenas três as carruagens que compõem as composições que andam na linha verde.

 

 




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