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Mexia: É preciso "algo mais do que chuva" para os lucros subirem

O primeiro trimestre deste ano foi mais ventoso e chuvoso, mas o presidente da EDP apontou que não bastam as condições meteorológicas para os lucros subirem 11%.

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A EDP registou um "forte" primeiro trimestre, com a produção de electricidade a subir 30% com mais chuva e vento no Brasil e na Península Ibérica. Em consequência, os lucros subiram 11% mas o presidente executivo da EDP sublinhou que é preciso algo mais do que condições atmosféricas favoráveis.

 

"No ano passado, tivemos falta de chuva e apontaram que deveu-se à má gestão. Este ano, os bons resultados foi porque tivemos sorte com a chuva", disse António Mexia esta quinta-feira, 5 de Maio, durante o Capital Markets Day em Londres.

 

"Tivemos fortes resultados. Mas tipicamente mesmo quando chove, é preciso algo mais para alcançar estes números", sublinhou.

 

Deu assim exemplos de boa gestão na EDP. Primeiro, a redução da dívida líquida em 2% face ao final de 2015 para os 17 mil milhões de euros, devido a negócios eólicos nos Estados Unidos. E também o aumento da capacidade hídrica em Portugal.

 

Para o resto do ano, a EDP está com uma perspectiva optimista. "O primeiro trimestre foi muito forte, dá-nos uma confiança muito forte para o resto do ano", afirmou António Mexia. "Sentimo-nos mais confiantes do que há três meses atrás", disse.

- O jornalista viajou para Londres a convite da EDP


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