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Michelin perde mais de 3% em bolsa após desistência dos pilotos em Indianápolis

As acções da Michelin chegaram a recuar mais de 3% ao longo da manhã, depois dos carros de Fórmula1 que utilizam os seus pneus terem desistido de participar na corrida de Indianápolis, nos EUA, uma prova a contar para o Grande Prémio de Fórmula1.

Susana Domingos sdomingos@negocios.pt 20 de Junho de 2005 às 12:42
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As acções da Michelin chegaram a recuar mais de 3% ao longo da manhã, depois dos carros de Fórmula1 que utilizam os seus pneus terem desistido de participar na corrida de Indianápolis, nos EUA, uma prova a contar para o Campeonato Mundial de Fórmula1.

O evento acabou por decorrer com apenas seis viaturas em prova e Tiago Monteiro, que corre pela Jordan, garantiu a um piloto português um lugar no pódio, depois de obter o terceiro lugar, o que ocorre pela primeira vez na história. Os dois pilotos da Ferrari, Michael Schumacher e Rubens Barrichelo, partilharam o primeiro e segundo lugar, respectivamente.

Os pilotos de Fórmula1 das sete equipas que utilizam pneus Michelin, o correspondente a 14 carros a participarem em provas do «Grand Prix», retiraram-se da corrida, por razões de segurança, depois dos pneus da viatura de Ralph Schumacher terem rebentado, dois dias antes, provando que os pneus utilizados eram inadequados.

A alteração dos referidos pneus levaria à penalização das equipas em prova, que acabaram por optar por não entrar no circuito. Apenas as seis viaturas, da Ferrari, Jordan e Minardi, que usam pneus Bridgestone, entraram em prova.

As acções da Michelin, depois de terem chagado a cair um máximo de 3,11% para os 49,9 euros ao início da manhã, seguiam agora a recuar 1,55% para os 50,7 euros. As acções da Bridgestone recuaram um máximo de 1,41% para os 2.105 ienes e encerraram com uma queda de 0,94% nos2.115 ienes no mercado japonês.

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