Telecomunicações Miguel Almeida: 2017 teve "uma intensidade competitiva anormal"

Miguel Almeida: 2017 teve "uma intensidade competitiva anormal"

O presidente da Nos, Miguel Almeida, falou de 2017 como um ano muito desafiante, tendo mesmo falado do ano que passou como de uma intensidade competitiva anormal.
Miguel Almeida: 2017 teve "uma intensidade competitiva anormal"
Miguel Baltazar/Negócios
Alexandra Machado 12 de março de 2018 às 11:38

"Foi um ano muito desafiante", começou por dizer Miguel Almeida, presidente da Nos, na apresentação de resultados de 2017.

 

Este gestor classificou mesmo 2017 como um ano em que se "viveu com uma intensidade competitiva anormal", mas garantiu que para a Nos foi "mais um ano de sólidos resultados, de crescimento em todos os indicadores operacionais e financeiros".

 

Na conferência de imprensa em que está a apresentar resultados do ano passado, Miguel Almeida explicou o crescimento da Nos, nos vários indicadores, realçando que mesmo com o investimento elevado a empresa conseguiu libertar meios significativos. E é por isso que justifica a proposta de dividendo de 30 cêntimos por acção, que irá à assembleia-geral de Maio.

 

O "free cash flow" permite "um aumento muito material do dividendo de 50%", mas, acrescentou, "apesar do crescimento do dividendo, mantivemos uma estrutura de balanço conservadora".

O rácio da dívida sobre o EBITDA está em 1,9 vezes, abaixo do que estava em 2016 em que a dívida era de duas vezes o EBITDA.

 

 




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