Aviação Miguel Frasquilho confirmado presidente da administração da TAP

Miguel Frasquilho confirmado presidente da administração da TAP

Miguel Frasquilho vai ser o novo presidente do Conselho de Administração da TAP, confirmou este sábado o jornal Expresso, que avança ainda o nome do advogado Lacerda Machado e da líder da Fundação Serralves, Ana Pinho, para vogais.
Miguel Frasquilho confirmado presidente da administração da TAP
Bruno Simão
Lusa 10 de junho de 2017 às 10:36

O nome de Miguel Frasquilho, ex-presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) era falado há alguns meses. O Negócios noticiou, em Março, a escolha de Frasquilho para a TAP, não havendo ainda confirmação oficial. Hoje, o Expresso cita o ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, e confirma a escolha.

Fernando Pinto, presidente executivo da TAP, tinha também dito que gostava de poder continuar a liderar a companhia aérea com a nova administração.

O semanário refere também que, do lado dos privados, entra um representante dos chineses da HNA, que participa no consórcio Atlantic Gateway através da brasileira Azul e objectiva uma posição de 20% na TAP.

O semanário refere também que o governante avançou os nomes do advogado Diogo Lacerda Machado e Ana Pinho, presidente do Conselho de Administração da Fundação Serralves e administradora da Oporto British School, para assumirem os cargos de vogais no conselho de administração da TAP.

O Expresso adianta ainda que a assembleia-geral (AG) extraordinária está marcada para 30 de Junho, às 16:00.


A 30 de Maio, Pedro Marques já tinha afirmado à Lusa que o Conselho de Administração da TAP terá seis elementos indicados pelo Estado, detentor de 50% do capital, e seis elementos escolhidos pelo consórcio Atlantic Gateway, dos empresários Humberto Pedrosa e David Neeleman, com uma participação de 45%, sendo que o presidente nomeado pelo Estado terá voto de qualidade.


Em Maio ficou concluída a Oferta Pública de Venda (OPV) de 5% do capital social do grupo aos trabalhadores da TAP, operação em que a procura de acções superou 17,5 vezes a oferta.


A OPV era um dos compromissos assumidos no memorando de entendimento entre o Estado e a Atlantic Gateway, para a reconfiguração do capital social da TAP, passando o Estado a deter 50% do capital, em vez dos 39% negociados pelo Governo anterior.




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