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Ministro confiante em candidaturas à Portucel por concurso garantir posição relevante

O Governo está confiante no aparecimento de candidaturas à privatização da Portucel, uma vez que as novas regras garantem «uma posição muito relevante na Portucel a um preço que consideramos adequado», disse Carlos Tavares, ministro da Economia

Bárbara Leite 06 de Janeiro de 2004 às 17:41
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O Governo está confiante no aparecimento de candidaturas à privatização da Portucel, uma vez que as novas regras garantem «uma posição muito relevante na Portucel a um preço que consideramos adequado», disse Carlos Tavares, ministro da Economia

Sobre os potenciais candidatos, Tavares referiu que a publicação «do caderno de encargos é muito recente» e portanto «é preciso esperar» para a apresentação real das candidaturas».

«Em determinada altura as manifestações públicas de interesse foram muitas. Algumas não se concretizaram no concurso anterior, porque era um concurso de características diferentes, com a entrega de activos, que nem todos estiveram disponíveis para fazer, sobretudo em posições minoritárias», acrescentou Carlos Tavares aos jornalistas, à margem do Seminário Diplomático de 2004.

Pelo facto de o novo concurso não implicar entrega de activos, mas valores monetários, Tavares mostra-se confiante no aparecimento de candidaturas para a compra dos 30% do capital da Portucel [PTCL], que o Estado vai realizar nos próximos meses.

«Se não estivéssemos confiantes não abriríamos o concurso», referiu Carlos Tavares.

Para o ministro da Economia, as regras do concurso são claras e totalmente transparentes e a Portucel é uma empresa atractiva. Tavares sublinhou que a papeleira «é um dos grandes operadores do sector de pasta e papel da Europa e agora resta esperar que o mercado funcione».

O caderno de encargos deste concurso foi já publicado em Diário da República na semana passada, sendo que os candidatos terão de apresentar propostas até ao próximo dia 11 de Fevereiro. Ficou estipulado um preço mínimo de 1,45 euros para este concurso, depois de o anterior ter sido chumbado pelos accionistas minoritários da Portucel.

No anterior concurso participaram a Cofina, em associação com a Lecta, e a M-Real. A Sonae [SON] é a maior accionista privada da Portucel e também manifestou interesse em participar no anterior concurso.

As acções da Portucel fecharam a descer 1,42% para os 1,39 euros.

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