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Ministro da Economia rejeita interferência do Governo na Cimpor e na Brisa

"A interferência não é apanágio do Governo", disse Álvaro Santos Pereira na Assembleia da República, referindo que em operações como as da Cimpor e da Brisa as funções do Governo passam por "acompanhar a situação".

Miguel Prado miguelprado@negocios.pt 18 de Abril de 2012 às 11:29
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O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, foi questionado por vários deputados na Assembleia da República sobre o papel do Governo na oferta de aquisição sobre a Cimpor e esclareceu que nesse dossiê, assim como no da Brisa, "o Governo acompanha, mas não intervém".

"As funções do Governo passam essencialmente por acompanhar a situação. A interferência não é apanágio do Governo", respondeu Álvaro Santos Pereira na Comissão de Economia e Obras Públicas.

A OPA da Cimpor foi apenas um dos temas que suscitaram questões dos deputados. Outro tema foi o das "rendas excessivas" do sector eléctrico, bem como o aumento da factura do gás natural. Álvaro Santos Pereira apenas comentou que "o Governo continua totalmente empenhado em diminuir os custos do sistema eléctrico".

Uma outra questão levantada durante a audição do ministro na Assembleia da República foi o do crescimento do desemprego. "Sabemos que os sacrifícios que estão a ser pedidos aos portugueses custam. Os sacrifícios não serão em vão", declarou o ministro da Economia. Álvaro Santos Pereira notou que a medida “Estímulo” já permitiu criar mais de 2.600 postos de trabalho e que a medida “Vida Activa” já encaminhou para formação 30.727 desempregados.
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