Empresas Mota-Engil confirma adjudicação da concessão do Pinhal Interior

Mota-Engil confirma adjudicação da concessão do Pinhal Interior

A adjudicação da concessão do Pinhal Interior será entregue à Mota-Engil, de acordo com o comunicado emitido esta tarde. O investimento inicial será de 1,4 mil milhões de euros, numa subconcessão com um prazo de 30 anos.
Negócios 02 de novembro de 2009 às 17:44
A adjudicação da concessão do Pinhal Interior será entregue à Mota-Engil, de acordo com o comunicado emitido esta tarde. O investimento inicial será de 1,4 mil milhões de euros, numa subconcessão com um prazo de 30 anos.

A Mota-Engil revelou que “a Estradas de Portugal formalizou hoje a intenção de adjudicação da Subconcessão Pinhal Interior ao consórcio liderado pela MOTA-ENGIL (42,08%), através das suas participadas Mota-Engil, Engenharia e Construção, S.A. (37,08%) e Mota-Engil Concessões de Transportes, SGPS, SA (5,00%)”, de acordo com o comunicado emitido para a Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Nos próximos 10 dias úteis vai decorrer uma audiência com os interessados, adianta a mesma fonte. Já hoje, o Negócios noticiava que o consórcio liderado pela Mota-Engil é o mais bem posicionado para vencer a concessão do Pinhal Interior. “Localizando-se na zona centro do País e com uma extensão de cerca de 520 kms, a subconcessão inclui dois eixos principais – IC3 e IC8. O IC3 é um eixo vertical que liga a futura Subconcessão da AE Centro desde o nó de Coimbra (IP3/IC2) até à A23 na zona de Torres Novas, e o IC8 é um eixo horizontal que liga a A17 na zona de Pombal/Ansião até novamente à A23, junto a Vila Velha de Rodão”, acrescenta a Mota-Engil no mesmo comunicado.

A mesma fonte adianta que se trata de “subconcessão em regime de disponibilidade com um prazo de 30 anos”, com um investimento inicial “na ordem dos 1.429 milhões de euros”.

A Mota-Engil revela ainda que 210 milhões de euros, deste investimento serão financiados através de capitais próprios enquanto os restantes 1.200 milhões serão financiados através do BEI e da banca comercial.

“O valor do contrato de construção é de 958 milhões de euros e o consórcio construtor é liderado pela Mota - Engil, Engenharia e Construção, S.A. (52,88%)”, acrescenta a mesma fonte.




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