Empresas Murry diz adeus à Calvin Klein com confiança no futuro

Murry diz adeus à Calvin Klein com confiança no futuro

Ao “New York Times”, o CEO demissionário da Calvin Klein falou do seu percurso na marca internacional e mostra-se satisfeito quanto à sucessão. Tom Murry tem já novas metas para o futuro.
Murry diz adeus à Calvin Klein com confiança no futuro
Bloomberg
Wilson Ledo 13 de maio de 2014 às 17:26

Tom Murry (na foto) não sabia o que queria ser quando fosse grande. "Queria muito esquiar e jogar ténis", revela em entrevista ao "New York Times". Na juventude, chegou a vender roupa numa loja desportiva. Agora, está prestes a terminar o seu percurso de 17 anos numa das marcas de moda mais reconhecidas internacionalmente: a Calvin Klein.

 

As rédeas da empresa vão ser entregues a Steve Shiffman, que "já tem as ferramentas para fazer o trabalho", garante Tom Murry. O novo CEO da Calvin Klein conta com vários anos de casa, o que acelerou a saída prevista só para 2016.

 

O actual líder abandona funções a 30 de Junho mas mantém-se na marca até Janeiro do próximo ano, apenas com um papel consultivo. Numa entrevista ao "New York Times" para fazer o balanço ao seu percurso, Tom Murry recorda-se da prova de confiança que o chefe da loja de vestuário desportivo lhe deu:

Não se pode gerir com sucesso uma grande empresa se não houver uma cultura de trabalho em equipa. Estou certo de que a nossa empresa [Calvin Klein] tem essa cultura.
 
Tom Murry

gerir a loja. Abandonou as funções, por livre vontade, poucos meses depois. Achava que lhe faltava preparação para assumir tais tarefas.

 

Murry acredita no trabalho em equipa, assente numa estrutura organizacional. Junte-se à equação talento, experiência e compromisso. "Não se pode gerir com sucesso uma grande empresa se não houver uma cultura de trabalho em equipa. Estou certo de que a nossa empresa [Calvin Klein] tem essa cultura", afirma ao "New York Times".

 

Não se mostra receoso quanto a um futuro fora da Calvin Klein. "Gosto do meu trabalho, às vezes até o amo, mas não restringe quem sou", confessa. Não faltarão meses dedicados a viagens e actividades desportivas. Depois, um regresso a uma nova missão: "Sempre quis contribuir mais para a caridade e nunca tive tempo. Agora é a hora".




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