Banca & Finanças "Não há tradição de analisar o que correu bem e mal" na atuação da supervisão
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"Não há tradição de analisar o que correu bem e mal" na atuação da supervisão

João da Costa Pinto reconhece que não há, em Portugal, tradição de avaliar a atuação da supervisão. Quando é feita, transforma-se "num acontecimento ímpar, suscetível de grande especulação". Foi isso que aconteceu com o relatório da avaliação feita à atuação do BdP no caso BES, concluído em 2015 e ainda hoje mantido em segredo.
"Não há tradição de analisar o que correu bem e mal" na atuação da supervisão
Tiago Petinga/Lusa
Rafaela Burd Relvas 01 de agosto de 2019 às 22:40

A defesa do BdP tem sido de que, em muitas situações, não tinha forma de atuar porque a lei não o previa ou permitia. A lei deve continuar a ser mudada para que seja dado mais poder de intervenção ao supervisor?
Sinceramente, não

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