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Nos continua a ser o instrumento estratégico de Isabel dos Santos em Portugal

A OPA que Isabel dos Santos lançou sobre a PT SGPS não afasta a empresária angolana da Nos, garante fonte próxima de Isabel dos Santos.

Os analistas salientam o 'aumento significativo da quota de mercado nos últimos três anos' e destacam 'o desempenho operacional da Nos' para justificar a escolha da empresa como 'top pick'. Mas há um outro argumento que merece mais destaque: dividendos. Os analistas accreditam que a empresa vai apostar numa política de distribuição de lucros pelos seus accionistas mais atractiva. 'Actualmente prevemos que o dividendo possa aumentar a um ritmo médio anual de 28,5% entre 2016 e 2020 de 0,16 euros para 0,43 euros' no período em análise.  O CaixaBI avalia a Nos em 6,50 euros, o que confere às acções da operadora um potencial de subida de 16,5%.
Miguel Baltazar/Negócios
Celso Filipe cfilipe@negocios.pt 09 de Novembro de 2014 às 20:02

"Este movimento foi feito com o conhecimento prévio dos parceiros portugueses do Grupo Sonae e em harmonia com a declaração feita na semana passada", disse ao Negócios fonte próxima de Isabel dos Santos, que este domingo lançou uma OPA sobre a PT SGPS, com um preço de 1,35 euros por acção.

 

"A Nos continua a ser o instrumento estratégico de Isabel dos Santos em Portugal e esta OPA em nada afasta esta operação", acrescentou a mesma fonte.

 

A Nos é controlada em mais de 50% pela Zopt, empresa cujo capital é controlado por Isabel dos Santos e pelo grupo Sonae.

 

Esta OPA surge depois de na semana passada a Zopt, controlada por Isabel dos Santos e a Sonae, terem manifestado interesse em participar numa solução para a PT Portugal.

 

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