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Novo Banco sobe comissões nas transferências, contas e crédito à habitação

Estes aumentos das comissões vão acontecer a 30 de abril e, nalguns casos, a cobrança quase que triplica.

Ricardo Pereira/Sábado
Negócios jng@negocios.pt 13 de Fevereiro de 2020 às 10:41
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O Novo Banco vai aumentar as comissões cobradas em vários serviços: contas, transferências, cheques e crédito, todos encarecem, avançou o Eco.

O banco liderado por António Ramalho segue, desta forma, em contramão com o compromisso assumido pelos bancos de pôr cobro a um aumento generalizado das comissões. Isto, sendo que desde outubro de 2017 que só fez uma alteração, tendo, portanto, sido mais contido do que a maioria.

Estes aumentos das comissões vão acontecer a 30 de abril e, nalguns casos, a cobrança quase que triplica. Nos depósitos à ordem entre cinco e 35 mil euros, o custo passa de 6 euros para 15 euros.

Os jovens também são um dos segmentos de clientes afetados, nomeadamente aqueles que possuem a Conta NB 18.31. Aqueles que não reúnam condições para beneficiar de bonificação nessa conta, passam a pagar 37,44 euros por ano, 6,24 euros acima dos atuais 31,2 euros.

Sobre as alterações nos encargos das transferências, a instituição liderada por António Ramalho fala em "ajustes pouco relevantes". Transferências pontuais não urgentes até 5.000 euros feitas ao balcão passam a custar 6,24 euros, em vez de 5,2 euros. Os cheques vêm os custos engordar entre os 4,34% e os 23,33%. As subidas nos encargos relativos ao crédito à habitação variam entre 13,33% e os 18,75% e procedimentos como a formalização da escritura passam a custar 176,8 euros em vez dos atuais 156 euros.

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