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Nuno Amado receia turbulência devido ao caso GES

"Para o sistema financeiro, o melhor é não haver turbulência e incerteza", disse o presidente executivo do BCP na apresentação dos resultados semestrais do banco.

Miguel Baltazar/Negócios
Maria João Gago mjgago@negocios.pt 28 de Julho de 2014 às 19:17
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"O segundo semestre será complexo, dados os efeitos de alguma instabilidade que é conhecida [relacionada com a crise no Grupo Espírito Santo], pelo que os próximos meses vão requerer uma atenção e uma capacidade de actuação muito grandes", afirmou Nuno Amado na apresentação dos resultados semestrais do BCP.

 

Questionado sobre o impacto da turbulência da crise no GES sobre o BCP, o banqueiro explicou que "para o sistema financeiro, o melhor é não haver turbulência e incerteza".

 

"O impacto da turbulência do GES sobre o BCP tem a ver com incerteza" que este caso provoca, sublinhou.

 

"Porque a actividade do BCP vai muito bem e recomenda-se, mas a incerteza implica adiar decisões de investimento e de venda, por exemplo, e pode ter impacto no capital e não há muito capital disponível no país", acrescentou Nuno Amado.

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