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Ongoing Strategy não vende PT na OPA da Sonaecom

A Ongoing Stategy Investments, que na passada sexta-feira aumentou a sua posição no capital da Portugal Telecom com a compra de 40 mil acções da operadora por 220 milhões de euros, não vai vender na OPA lançada pela Sonaecom.

Negócios negocios@negocios.pt 31 de Julho de 2006 às 09:06
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A Ongoing Stategy Investments, que na passada sexta-feira aumentou a sua posição no capital da Portugal Telecom com a compra de 40 mil acções da operadora por 220 milhões de euros, não vai vender na OPA lançada pela Sonaecom.

Em declarações ao «Diário Económico», Nuno Vasconcellos, presidente da Ongoing, que passou a deter 2,002% da PT, revelou que quer reunir núcleo de accionistas nacionais anti-OPA.

Vasconcellos discorda do projecto da Sonaecom para a operadora de telecomunicações, pelo menos no que respeita ao preço oferecido na OPA, à fusão entre a TMN e a Optimus e ao desinvestimento no Brasil.

Como tal, garante, que só venderá a sua posição na OPA «obrigado». Ou seja, se a oferta for bem sucedida e, por força disso, a Sonaecom avançar com uma OPA potestativa para tirar a PT de bolsa, o que só é possível efectuar com 90% do capital.

A Ongoing Strategy, detida em 99,99% por Isabel Maria Alves Rocha dos Santos, ultrapassou na sexta-feira o limiar dos 2% do capital da PT.

A empresa é accionista do Espírito Santo Financial Group (ESFG), «holding» que por sua vez controla o Banco Espírito Santo. O BES, recorde-se, é o terceiro maior accionista da PT e considera a OPA lançada pela Sonaecom como uma operação hostil e que propõe um preço baixo.

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