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ONI lança campanha publicitária para reforçar posição alternativa nas telecomunicações

A ONI, operadora de telecomunicações da Electricidade de Portugal (EDP) lança amanhã uma campanha publicitária institucional para reforçar a sua notoriedade e firmar-se como operadora alternativa nas telecomunicações, diz a empresa.

Bárbara Leite 06 de Junho de 2002 às 17:19
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A ONI, operadora de telecomunicações da Electricidade de Portugal (EDP) lança amanhã uma campanha publicitária institucional para reforçar a sua notoriedade e firmar-se como operadora alternativa nas telecomunicações, diz a empresa.

O mote da campanha de publicidade multimeios «é mudar de atitude, quer seja face a comportamentos do dia a dia, quer em relação às telecomunicações», acrescenta a empresa em comunicado.

Contactada pelo Negocios.pt, fonte oficial da ONI escusou-se a divulgar o montante investido nesta campanha, tendo afirmado que «é um montante razoável».

«Queremos avivar a memória da ONI e reforçar a notoriedade da marca», acrescentou a mesma fonte.

No mercado de telecomunicações, a troca de operador no mercado residencial «tem outros tipos de resistência, como a «inércia».

Com esta campanha, a operadora liderada por Norton Matos pretende ainda aumentar a quota no mercado residencial de telefonia fixa.

A ONI diz controlar 40% do mercado de telefonia fixa perdida pela Portugal Telecom (PT), desde o processo de liberalização.

«Durante anos, os portugueses não puderam escolher, mas hoje, a Oni é já a escolha de várias centenas de milhares de portugueses para falarem com quem entenderem», adianta a operadora em comunicado.

Esta campanha que foi desenvolvida pela Agência Strat vai decorrer nas próximas três semanas, explicou fonte oficial da operadora.

Esta operação será seguida de outra campanha para alavancar a entrada da ONI Way, operadora móvel do Grupo ONI que tem uma autorização para operar na tecnologia GPRS e uma licença para marcar presença na terceira geração móvel.

O Grupo ONI é detido em 56% pela Electricidade de Portugal (EDP) [EDP], em 22,8% pelo Grupo Banco Comercial Português (BCP) [BCP] em 17%, pela Brisa [BRISA] e em 4,2% pela Galp Energia e actua em todos os segmentos das telecomunicações: voz, dados, Internet e e-services.

As acções da EDP encerraram nos 2,16 euros, a descer 1,82%.

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