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Pagamento de dividendos da Galp terá em conta plano de investimentos

Ferreira de Oliveira diz que a política de dividendos da Galp Energia vai ter em conta os resultados da empresa a política de investimentos futura. O CEO da petrolífera não confirmou que vá propor o pagamento de um dividendo que corresponda a um “pay out”

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 09 de Março de 2007 às 00:21
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Ferreira de Oliveira diz que a política de dividendos da Galp Energia vai ter em conta os resultados da empresa e a política de investimentos futura. O CEO da petrolífera não confirmou que vá propor o pagamento de um dividendo que corresponda a um "pay out" de 50%, tal como está inscrito no acordo parassocial dos accionistas da empresa.

Em entrevista à SIC Notícias, Ferreira de Oliveira afirmou que cabe ao Conselho de Administração definir a proposta de dividendos e essa decisão será tomada a 24 de Abril.

Quando questionado sobre se irá propor o pagamento de um dividendo de 45 cêntimos por acção, Ferreira de Oliveira respondeu "não confirmo". Adiantou que a política de dividendos terá que corresponder a um equilíbrio entre os resultados apresentados pela empresa e o plano de investimentos previsto.

A Galp anunciou na quarta-feira que obteve lucros de 755 milhões de euros em 2006. Caso siga o que está escrito no acordo parassocial (e transcrito no prospecto da OPV), o Conselho de Administração destinará 375 milhões de euros para remunerar aos accionistas.

A este valor corresponde um dividendo por acção de 45 cêntimos, como noticiou o Jornal de Negócios, mas o CEO da Galp não confirmou ser este o valor a propor.

O acordo parassocial da Galp Energia foi celebrado a 29 de Dezembro de 2005 entre a Amorim Energia, ENI e REN, tendo a CGD aderido ao mesmo a 28 de Março de 2006. No capítulo 11 do documento é dito que "as partes do mesmo proporão a distribuição anual de pelo menos 50% dos resultados líquidos da Galp Energia".

Na mesma entrevista, Ferreira de Oliveira anunciou que a Galp pretende contratar mais de um centena de trabalhadores para cada uma das unidades industriais da empresa: Sines e Matosinhos.

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