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Paulo Azevedo espera que o Governo sinalize a “não oposição” antes do registo

A Sonaecom condiciona o pedido de registo definitivo da oferta pública de aquisição (OPA) sobre a Portugal Telecom a uma “declaração de não oposição”por parte do Governo.

Luísa Bessa lbessa@mediafin.pt 22 de Dezembro de 2006 às 07:00
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A Sonaecom condiciona o pedido de registo definitivo da oferta pública de aquisição (OPA) sobre a Portugal Telecom a uma "declaração de não oposição"por parte do Governo.

Inquirido pelo Jornal de Negócios sobre se registaria a oferta no caso de essa "declaração de não oposição" governamental não acontecer entretanto, Paulo Azevedo optou por não responder a "cenários hipotéticos".

Na véspera do dia em que se espera a decisão final por parte da Autoridade da Concorrência, Paulo Azevedo explicou ao Jornal de Negócios o ponto de vista da Sonaecom: "Não pedimos o apoio do Governo, mas que diga se há condições mínimas cumpridas e se será o mercado a decidir".

E remete para as condições inscritas no projecto de registo da OPA, entregue em Fevereiro passado, entre as quais está explícita a "eliminação dos privilégios inerentes às acções da categoria A"("golden-share") ou a sua "restrição"de forma a que não colidam com o plano de reestruturação que a Sonaecom tem para a PT.

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