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Pedro Queiroz Pereira assegura que não vende maioria do capital da Secil

A Semapa tem à venda somente os 41% que os dinamarqueses detinham na Secil e não pretende alienar mais do que essa posição, disse hoje Pedro Queiroz Pereira, presidente daquela companhia.

Bárbara Leite 10 de Fevereiro de 2004 às 12:23
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A Semapa tem à venda somente os 41% que os dinamarqueses detinham na Secil e não pretende alienar mais do que essa posição, disse hoje Pedro Queiroz Pereira, presidente daquela companhia.

À margem do encontro «Compromisso Portugal», Pedro Queiroz Pereira assegurou: «comprámos uma posição de 41% aos dinamarqueses e é essa posição que vamos vender e não outra».

A imprensa tem vindo a noticiar que os potenciais interessados na compra da Secil quereriam adquirir uma posição de controlo e não somente 41%. Para Pedro Queiroz Pereira, «esse problema não se põe», reforçando que «o que está à venda é 41% do capital e 45% dos direitos de voto».

O presidente da Semapa reiterou que decorre «um processo de negociação com os parceiros, que deverá estar terminada em Março ou Abril deste ano». O responsável não quis falar sobre os pormenores do acordo nem para onde seria direccionado o encaixe desta operação.

O Jornal de Negócios avançou na semana passada que a Semapa poderia, com o valor de tal encaixe, lançar uma oferta global sobre a Portucel, questão que Pedro Queiroz Pereira não quis comentar. «A Semapa não é uma empresa estática, mas sobre os projectos de desenvolvimento não posso falar, avançou o mesmo responsável.

O presidente da Semapa [SEMA] que a posição na Cimpor [CIMP] continua a não ser estratégica e que um dia a irá alienar.

Lembrou que em tempos negociou com a Teixeira Duarte [TXDE] a venda dessa participação mas neste momento essa questão está ultrapassada.

Sobre o eventual união entre as duas maiores cimenteiras nacionais para grandes projectos, à semelhança do que aconteceu com as construtoras em Portugal, Pedro Queiroz Pereira adiantou que foi um assunto tratado no passado mas que também está actualmente fora de questão.

As acções da Semapa seguiam a subir 0,52%, para 3,87 euros, assim como a Cimpor, que cotava nos 4,20 euros, a subir 0,24%. A Teixeira Duarte seguia inalterada nos 0,74 euros.

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