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Pedro Reis não vê fadiga em relação às exportações e acredita na sua sustentabilidade

Ainda há mercado para as empresas portuguesas explorarem no estrangeiro. Marrocos, Brasil, Argélia são países que, para Pedro Reis, ainda podem crescer no que diz respeito à venda de produtos. O presidente da AICEP vê sustentabilidade nas exportações nacionais.

Bruno Simão/Negócios
Diogo Cavaleiro diogocavaleiro@negocios.pt 18 de Fevereiro de 2014 às 18:23
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As vendas de Portugal para o exterior continuaram a subir em 2013, mesmo depois de já terem subido no ano anterior, e a AICEP não acredita que haja uma saturação.

 

“Não acredito numa fadiga face às exportações. Não há fadiga se se conseguir assegurar uma nova forma de investimento”, respondeu Pedro Reis, ainda presidente da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal), a uma pergunta feita pela plateia na “The Lisbon Summit”, organizada pela “The Economist” e que se realizou esta terça-feira em Cascais.

 

Pedro Reis considera-se um optimista em relação às exportações e acredita na sua “sustentabilidade”. Aliás, de saída da AICEP, o responsável apontou para mercados como o Brasil, Marrocos, Argélia em que há ainda uma grande margem “para explorar”.

 

Em 2013, as exportações portuguesas aumentaram 4,6%, um ligeiro abrandamento face à subida de 5,7% do ano anterior. Para o vice-primeiro-ministro, as exportações são o “porta-aviões da recuperação económica”.

 

Na sua intervenção, o responsável da AICEP, agência pública com a função de desenvolver um ambiente empresarial positivo, a nível global, para a economia nacional, afirmou que tem de se colocar na agenda novos elementos que conduzam a um crescimento económico. Em causa estão, sobretudo, aspectos relativos à capitalização das pequenas e médias empresas e a um melhor foco na inovação.

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