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Permuta da acções entre Oi e PT tem de ser aprovada até Março de 2015

Os contratos definitivos, anunciados esta segunda-feira, 28 de Julho, sobre a transferência para Portugal da dívida da Rioforte e a existência da opção de compra de acções da Oi ou da nova Oi pela PT, determinam a aprovação destas soluções até Março de 2015. Assembleia-geral da PT tem de ser até 8 de Setembro.

Pedro Elias/Negócios
Alexandra Machado amachado@negocios.pt 28 de Julho de 2014 às 23:32
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"Em caso de não aprovação até 31 de Março de 2015, nenhuma das companhias terá obrigação de consumar a permuta, nos termos previstos nos contratos definitivos", lê-se no comunicado da Oi.

 

Tanto no comunicado da PT como no da Oi se explica que a permuta de acções tem de ser aprovada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o polícia das bolsas brasileiro.

 

Além disso, é necessária a convocação da assembleia-geral de accionistas da PT que será pedida pelo conselho de administração que se realize até 8 de Setembro. 

 

Essa reunião de accionistas vai pedir autorização para se mudar os termos da fusão para que os accionistas da PT fiquem, nesta fase, com 25,6% na nova Oi, podendo depois, com o exercício da opção sobre acções da nova Oi, aumentar a posição. 

 

Na assembleia-geral será igualmente decidido manter a PT cotada. 

 

Tudo para, diz a PT em comunicado, "permitir que a incorporação da Oi na CorpCo (nova Oi) e a migração para o novo mercado sejam implementadas o mais rapidamente possível, com a cotação da CorpCo na Bovespa, Euronext Lisboa e NYSE".

 

O que significa que ficarão, no mercado português, duas entidades cotadas.

 

Nos comunicados desta segunda-feira as empresas salientam que a permuta ainda tem de ser autorizada pelo conselho de administração da Oi.

 

 

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