Automóvel Peugeot compromete-se a aumentar produção e evita fechos de fábricas em França até 2016

Peugeot compromete-se a aumentar produção e evita fechos de fábricas em França até 2016

A Peugeot Citröen apresentou um plano que adia o potencial encerramento de fábricas no mercado francês. Haverá um aumento de produção e a manutenção das operações em França, pelo menos, até 2016.
Peugeot compromete-se a aumentar produção e evita fechos de fábricas em França até 2016
Negócios 25 de setembro de 2013 às 13:55

A fabricante automóvel está num processo de reestruturação, tendo anunciado há meses a necessidade de corte de custos. As negociações com os sindicatos pareciam difíceis, mas um acordo parece agora mais próximo depois da Peugeot ter apresentado um plano para aumentar a produção e que garantirá a manutenção das operações em França, evitando desta forma a eliminação de milhares de postos de trabalho naquele país.

 

A empresa diz estar preparada para aumentar a produção em 7,5% para um milhão de veículos por ano, bem como manter as fábricas em França, contrariando assim uma das medidas que estaria a ser equacionada para se reduzir os custos da fabricante de automóveis, de acordo com a imprensa internacional que cita declarações do director de recursos humanos, Philippe Dorge, durante o intervalo de uma reunião com os sindicatos.

 

Mas estas serão as medidas que os trabalhadores vão gostar de conhecer, porque o plano da empresa passa efectivamente por cortes. As propostas da Peugeot passam por aumentos salariais mais baixos, corte de encargos com, por exemplo, trabalhadores a tempo parcial, aumento da flexibilidade laboral e transferências internas.

 

Em troca a Peugeot compromete-se a que um novo modelo automóvel seja fabricado nas fábricas francesas e investir 1,5 mil milhões de dólares nas fábricas entre 2014 e 2016.

 

O “Wall Street Journal” realça que o sector automóvel está a passar por um período conturbado, onde a quebra de vendas é visível. Na Europa a queda dos registos de novos carros foi de 13% nos primeiros oito meses deste ano, enquanto no resto do mercado foi de 5,3%. O mesmo jornal salienta ainda que a maioria das fábricas de Peugeot estão actualmente a operar longe da sua capacidade máxima




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