A carregar o vídeo ...
Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Playboy Internacional diz-se "chocada" com edição não autorizada em Portugal

A Playboy Internacional admitiu hoje à Lusa estar "chocada" por a gestora do título em Portugal ter publicado uma edição em Agosto apesar de a licença ter sido cancelada, considerando ter-se tratado de "um flagrante desrespeito pela lei".

Playboy Internacional diz-se "chocada" com edição não autorizada em Portugal
Lusa 25 de Agosto de 2010 às 14:13
  • Assine já 1€/1 mês
  • 1
  • ...
A Playboy Internacional admitiu hoje à Lusa estar "chocada" por a gestora do título em Portugal ter publicado uma edição em Agosto apesar de a licença ter sido cancelada, considerando ter-se tratado de "um flagrante desrespeito pela lei".

Segundo adiantou à Lusa a porta-voz da Playboy Internacional, "a edição de Agosto [em Portugal], que usa os logótipos da Playboy, marcas registadas e propriedade intelectual, não foi autorizada e aprovada", estando a empresa a preparar um processo judicial.

A Playboy Internacional está a trabalhar com os tribunais portugueses e a "tomar todas as medidas para proteger" a propriedade da marca e os respectivos direitos legais, referiu.

O processo deve-se, segundo avançou o Correio da Manhã de terça-feira, ao facto de o grupo Frestacom, que publica em Portugal a edição nacional da Playboy, ter falhado três pagamentos à casa-mãe num valor total superior a 190 mil dólares (cerca de 150 mil euros).

O caso deu entrada, a 12 de Agosto, no Tribunal de Illinois, Chicago, EUA.

A Playboy Internacional alega que a licença da empresa Frestacom para publicar a Playboy em Portugal "é regulamentada pela lei dos EUA, e foi definitivamente encerrada no mês passado nos termos da lei" norte-americana.

Ainda assim, a Frestacom publicou em Agosto uma edição da revista, apesar de entretanto ter dispensado os redactores alegando mudança de instalações.

Já em Julho, a Playboy Internacional tinha ficado desagrada com a edição portuguesa, que mostrava na capa uma imagem de um homem vestido de Jesus Cristo e rodeado de mulheres nuas e que pretendia ser uma homenagem ao escrito José Saramago.

Na altura, a Playboy Internacional ameaçou recorrer aos tribunais e retirar a licença ao grupo em Portugal.

A administração da Frestacom explicou que a capa polémica da edição de Julho era um "ensaio original" e "único" sobre Saramago e garantiu que não foi notificada pela Playboy Internacional para encerrar.

Chegada às bancas portuguesas em Março, a edição nacional da Playboy já se viu envolvida em várias polémicas, desde logo com a Entidade Reguladora para a Comunicação Social, por ter sido posta à venda sem o título estar registado.

Ver comentários
Mais lidas
Outras Notícias