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Possível saída dos EUA "positiva" para a Mota-Engil

A eventual saída da Mota-Engil dos EUA poderá ter um impacto "positivo" no título, consideram os analistas do BPI, que frisam que a dispersão de esforços dificulta a obtenção de sinergias. O banco de investimento relembra, ainda, que a construtora já está a explorar oportunidades noutros mercados.

Raquel Godinho rgodinho@negocios.pt 09 de Setembro de 2008 às 09:59
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A eventual saída da Mota-Engil dos EUA poderá ter um impacto “positivo” no título, consideram os analistas do BPI, que frisam que a dispersão de esforços dificulta a obtenção de sinergias. O banco de investimento relembra, ainda, que a construtora já está a explorar oportunidades noutros mercados.

O “Diário Económico” avança na sua edição de hoje que a Mota-Engil estuda saída do mercado norte-americano, caso não encontre novas oportunidades em Miami, não estando ainda nada decidido.

A equipa de “research” do BPI acredita que esta notícia terá um impacto “positivo” na Mota-Engil, já que “a dispersão dos esforços da Mota-Engil torna mais difícil alcançar sinergias e tirar proveito de vantagens de escala”.

O banco de investimento, no “Iberian Daily” de hoje, frisa que o grupo já está a explorar oportunidades noutros mercados na Europa, África, estando agora a “olhar para o Brasil e México”.

Os analistas do BPI acompanham a construtora liderada por Jorge Coelho com uma recomendação de “manter” e um preço-alvo de 6,15 euros.

Os analistas da Espírito Santo Research (ESR), que têm o título sob revisão, avançam que esta notícia não é nova e não tem impacto, dado o reduzido peso da região no total das actividades da empresa. O banco de investimento acrescenta, ainda, que para além do mercado doméstico, a Europa Oriental, Angola e o Malawi são os países mais importantes para a maior construtora nacional.

As acções da Mota-Engil seguiam a recuar 0,38% para os 3,717 euros.



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