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Preço máximo definido para o e-escolinhas "foi o factor diferenciador"

O preço máximo definido para o e-escolinhas "foi o factor diferenciador", garantiu Paulo Campos, secretário do Estado das Obras Públicas, que com as características técnicas definidas para este computador existiam à data nove modelos que respondiam às especificações.

Alexandra Machado amachado@negocios.pt 13 de Abril de 2010 às 12:25
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O preço máximo definido para o e-escolinhas “foi o factor diferenciador”, garantiu Paulo Campos, secretário do Estado das Obras Públicas, que com as características técnicas definidas para este computador existiam à data nove modelos que respondiam às especificações.


"Existiam nove modelos que, com devidas adaptações, correspondiam às características técnicas" e a nível internacional ainda existiam mais sete computadores. Por isso, "rejeito em absoluto a afirmação do senhor deputado que as características apontavam para o Magalhães". E Paulo Campos aproveitou para levar à comissão quatro computadores, incluindo o Magalhães, que correspondiam às características. E foi a primeira presença do Magalhães nestas audições.

Paulo Campos aproveitou para ler todas as características técnicas definidas quer para o e-escola quer para o e-escolinha, para concluir que não foi pelas especificações que se restringiu os computadores.


Também não foi pelo prazo de entrega, que era idêntica ao e-escolas e e-escolinhas. E além disso, as entregas, disse Paulo Campos, do Magalhães foram sendo feitas ao longo dos meses e não todas em Setembro.


Em Setembro de 2008 foram entregues três mil computadores, em Novembro quatro mil, em Dezembro 19 mil, em Janeiro 95 mil, em Fevereiro 91 mil, em Março 55 mil e em Abril 31mil.

"Se [os fornecedores] tinham para entregar meses mais tarde podiam ter feito", declarou Paulo Campos, dizendo que ainda hoje se está a entregar computadores.


Paulo Campos lembrou, aliás, que no e-escolas também no início só dois fornecedores tinham computadores, número que depois foi alargado.


O secretário de Estado, em audição parlamentar, lembrou que o preço definido para o e-escolas, de 540 euros, era abaixo dos preços do mercado, o que levou à queda dos preços.

No e-escolinhas, "impusemos valores inferiores ao que existiam no mercado", por isso, se determinou a possibilidade de alterar as características do e-escolinhas se não houvesse resposta do mercado. O preço máximo definido para o e-escolinhas foi de 213 euros. E foi este preço que os operadores móveis disseram que tinha conduzido a apenas um computador, o Magalhães.

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