Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Prejuízos do Sporting agravam com quebra de 55% na bilheteira

Os prejuízos da Sporting Sociedade Anónima Desportiva (SAD), no ano fiscal que começou a Agosto de 2002 e terminou em Julho de 2003, agravaram para os 27,3 milhões de euros, em consequência de uma quebra das vendas de bilheteria de 55%.

Bárbara Leite 31 de Outubro de 2003 às 20:57
  • Partilhar artigo
  • ...

Os prejuízos da Sporting Sociedade Anónima Desportiva (SAD), no ano fiscal que começou a Agosto de 2002 e terminou em Julho de 2003, agravaram para os 27,3 milhões de euros, em consequência de uma quebra das vendas de bilheteria de 55%.

A SAD do clube de Alvalade tinha orçamentado prejuízos de 17,576 milhões de euros neste período.

Este desvio foi «consequência da quebra de 55% na bilheteira, bem como da ausência da Liga dos Campeões» do clube de Alvalade.

Os prejuízos da SAD teriam sido de 12,994 milhões de euros, excluindo o efeito das amortizações e da mais-valia de Cristiano Ronaldo.

A mais-valia gerada com a venda do passe do jogador Cristiano Ronaldo para o clube inglês Manchester United só será contabilizada no próximo exercício fiscal que começou em Agosto deste ano.

O total das amortizações registou um acréscimo de 4,805 milhões de euros, em virtude da antecipação das amortizações da cedência definitiva dos passes dos jogadores Mário Jardel e César Prates e a rescisão do Maurício Hanuch.

Os proveitos correntes da Sporting SAD ficaram nos 18,81 milhões de euros, e os proveitos extraordinários atingiram os 8,506 milhões de euros.

Os proveitos também não incluem os proveitos da Sporting Comércio e Serviços.

Os custos da SAD do Sporting apresentaram quebra, segundo a entidade, que não especificou valores. Os fornecimentos e serviços externos (FSE’s) totalizaram os 8,173 milhões de euros.

Equilíbrio dos resultados garantido

A administração continua interessada em reequilibrar as contas da SAD, segundo o comunicado.

«O aumento das receitas da inauguração do novo estádio, bem como a menor volatilidade, aliada a uma política criteriosa de gestão desportiva e esforço de redução de custos», são motivos que fazem a SAD ter convicção «de que é possível atingirmos o equilíbrio pretendido», avança a mesma fonte.

A «performance» desportiva também afecta a recuperação da empresa, a SAD alerta para que «a concorrência venha, no futuro, a ser leal e que as competições não sejam impregnadas de distorções de diversa natureza que as desvirtuam de forma brutal».

Outras Notícias