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Presidente da APCAP diz que isenções vão "roubar" mais de 40% da receita até 2012

João Bento diz ainda, em entrevista ao Público, que algumas concessionárias podem estar a enfrentar pela primeira vez um ano de quebra de tráfego e de receita

Negócios negocios@negocios.pt 11 de Outubro de 2010 às 09:10
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O presidente da Associação Portuguesa das Sociedades Concessionárias de Auto-estradas e Pontes com Portagens (APCAP) e administrador da Brisa diz que o impacto da perda de receitas esperada pela Estradas de Portugal (EP), por via dos descontos e isenções ao pagamento de portagens nas vias que vão deixar de ser Scut "seja provavelmente superior a 40% até 2012.

Já o impacto na redução de tráfego, diz João Bento, será menor.

Em entrevista ao Público, o responsável considera que os descontos e isenções que serão introduzidos "reduzem de forma excessiva a correcção que o Governo aparentemente vai conseguir concretizar". Em sua opinião, "não é uma questão que afecte o sector, é uma questão que afecta os portugueses em geral". O presidente da APCAP considera ainda que, dada a situação do país, o Plano Rodoviário Nacional (PRN) deve ser revisto.

Quanto às previsões para o tráfego nas auto-estradas, João Bento diz serem "de um crescimento muito moderado", adiantando, sem dizer quais, que algumas concessionárias "podem estar a enfrentar pela primeira vez um ano em que pode ter havido quebra de tráfego e também quebra de receita".

Em 2011, diz ainda, o aumento das taxas de portagens "será provavelmente muito moderado".
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