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Presidente da CGD duvida de alternativa nacional à OPA

Faria de Oliveira sublinha que as circunstâncias actuais não permitem à banca financiar os empresários nacionais para realizar estas operações.

Maria João Babo mbabo@negocios.pt 20 de Abril de 2012 às 15:59
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"Sempre defendi os centros de decisão nacional intransigentemente, mas tem a nossa classe empresarial capacidade financeira para poder adquirir uma empresa como a Cimpor? Há alternativas?", questionou o presidente da Caixa Geral de Depósitos, Faria de Oliveira, que está a ser ouvido na Comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas sobre a OPA lançada pela Camargo.

Para o responsável, a proposta colocada pela Semapa "não é equivalente", já que "a Semapa não propõe uma OPA", sendo que "a CGD, tendo em conta os constrangimentos, deve vender".

Desta forma, para Faria de Oliveira, a CGD deve ter capacidade de intervenção de forma a ficar consagrado o compromisso de que a sede da Cimpor se mantém em Portugal, que há preservação de centro de competências e a possibilidade de assegurar que o conjunto do património se venha a manter.

O presidente da CGD repetiu ainda que a maioria do capital da Cimpor já não é nacional, frisando que a "CGD tem de defender os seus interesses e procurar influenciar para assegurar que a Cimpor continua a ser uma empresa nacional.

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