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Presidente da ParaRede defende pré-qualificação das empresas para projectos do plano tecnológico

O presidente executivo da ParaRede, Paulo Ramos, defendeu hoje a criação de um sistema de pré-qualificação para as empresas que se candidatam a «projectos críticos» inseridos no Plano Tecnológico, de forma a garantir a qualidade.

Negócios negocios@negocios.pt 03 de Maio de 2006 às 19:14
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O presidente executivo da ParaRede, Paulo Ramos, defendeu hoje a criação de um sistema de pré-qualificação para as empresas que se candidatam a «projectos críticos» inseridos no Plano Tecnológico, de forma a garantir a qualidade.

Segundo a Lusa, Paulo Ramos, que falava num debate sobre «O Plano Tecnológico: Que efeitos sobre o sector privado?», promovido pelo American Club of Lisbon, sublinhou que a existência de «um processo de qualificação de competências seria um garante à qualidade dos projectos».

«O Governo deve preocupar-se com isso», sublinhou o presidente da tecnológica portuguesa, que falava sobre os obstáculos que o Plano poderá enfrentar na aplicação.

Paulo Ramos afirmou que o Plano Tecnológico é uma oportunidade para as empresas privadas do sector, posição partilhada pelos responsáveis máximos das subsidiárias portuguesas da IBM e Microsoft.

O presidente da ParaRede disse ainda que as «questões de natureza orçamental» poderão ser um obstáculo, já que «não é claro que isso esteja ultrapassado», questionando também o empenhamento do Governo no «provisionamento público».

Apesar destas questões, Paulo Ramos mostrou-se um entusiasta do Plano Tecnológico, citando exemplos da dinâmica do Governo como o Simplex [Programa de Simplificação Administrativa e Legislativa] e o Prace [Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado].

Estes são «alguns projectos emblemáticos que precisam continuar a ser animados», sublinhou.

O director-geral da Microsoft Portugal, João Paulo Girbal, defendeu que «é fundamental criar novas oportunidades», acrescentando que será necessário uma «boa gestão» do Plano Tecnológico para as empresas animadas.

João Paulo Girbal, à semelhança de Paulo Ramos e do director- geral da IBM Portugal, José Joaquim Oliveira, reconheceu que o Plano Tecnológico terá um maior impacto nos negócios das empresas a médio prazo do que de imediato.

O responsável sublinhou que as medidas «infra-estruturais» como a qualificação [incluindo o processo de Bolonha] não podem ser «comprometidas».

«O aumento da qualificação portuguesa», explicou o responsável, «leva tempo».

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