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Presidente da Parmalat pode ser condenado a 15 anos de prisão

O presidente da Parmalat Finanziaria, Calisto Tanzi, e mais 15 responsáveis foram indiciados, por um juiz de Milão, por acusações que incluem manipulação de mercado no caso que deu origem à maior bancarrota de Itália. Calisto Tanzi pode ser condenado a 15

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 27 de Junho de 2005 às 15:42
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O presidente da Parmalat Finanziaria, Calisto Tanzi, e mais 15 responsáveis foram indiciados, por um juiz de Milão, por acusações que incluem manipulação de mercado no caso que deu origem à maior bancarrota de Itália. Calisto Tanzi pode ser condenado a 15 anos de prisão.

As acusações ao presidente da Parmalat incluem a obstrução ao regulador do mercado, Consob, e falsas comunicações.

«Estamos conscientes da responsabilidade de Tanzi mas acreditamos que há uma responsabilidade maior da parte dos bancos» afirmou o advogado do responsável, GiamPiero Biancolella.

A Parmalat, a maior fabricante de produtos alimentares de Itália, faliu em Dezembro de 2003 e anunciou mais tarde que tinha cerca de 14 mil milhões de euros em dívida, cerca de oito vezes mais do que tinha sido apresentado.

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