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Presidente do BES rejeita ter traído a administração da PT

O presidente do Conselho de Administração da Portugal Telecom rejeitou hoje que o facto de ter votado a favor da venda da Vivo represente uma traição face ao Conselho de Administração (CA) da PT.

Pedro Santos Guerreiro psg@negocios.pt 30 de Junho de 2010 às 19:17
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O presidente do Conselho de Administração da Portugal Telecom rejeitou hoje que o facto de ter votado a favor da venda da Vivo represente uma traição face ao Conselho de Administração (CA) da PT.

“O BES está muito orgulhoso do Conselho de Administração da Portugal Telecom”, disse Salgado em conferência de imprensa, acrescentando que “de forma alguma” o voto na AG represente uma traição.

“O CA da PT não se pronunciou [sobre a última oferta da Telefónica]. Todo o esforço da administração da PT foi muito válido”, salientou Salgado, lembrando que o valor oferecido pela empresa espanhola “representa 90% da capitalização bolsista da PT. É um valor que já parece estar no limiar do que poderia ser a seguir uma opa da Telefónica”.

Salgado revelou ainda que “não houve negociações do BES com a Telefónica, mas houve conversas entre accionistas, há sempre conversas entre accionistas. Mas não foram negociações”.

Joaquim Goes, administrador do BES e não executivo da PT, acrescentou que “continuamos o nosso papel e continuamos o nossa posição” no Conselho de Administração da PT.

“As acções do BES não foram determinantes” para a aprovação da proposta da Telefónica por parte de 74% dos accionistas presentes na AG, salientou Ricardo Salgado, considerando que “a proposta da Telefónica teria passado na mesma”.

“O núcleo duro sempre teve uma posição muito importante”, como aconteceu na altura da OPA da Sonaecom, acrescentou.




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