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Privatização da Portucel só interessa a Aracruz e Votorantim com venda de 40%

O presidente da Aracruz Celulose, Carlos Aguiar, disse que a privatização da Portucel «só será interessante se envolver a (venda) da totalidade dos 40% da estatal portuguesa», reiterando a parceria com a brasileira Votorantim para o concurso.

Bárbara Leite 05 de Agosto de 2002 às 13:37
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O presidente da Aracruz Celulose, Carlos Aguiar, disse na sexta-feira que a privatização da Portucel «só será interessante se envolver a (venda) da totalidade dos 40% da estatal portuguesa», reiterando a parceria com a brasileira Votorantim para o concurso.

Na apresentação da nova fábrica, Carlos Aguiar disse à imprensa local que vai estabelecer uma parceria com a concorrente Votoratim Celulose para disputar a privatização da Portucel, cujo anterior modelo de venda contemplava a alienação de uma «tranche» de 25% numa venda directa, com opção de mais 15% do capital da empresa nacional.

A mudança governamental adiou o processo de privatização da Portucel cujo modelo ainda não é conhecido.

Para as celuloses brasileiras, este concurso «só será interessante se envolver a totalidade dos 40%», sendo que a Portucel [PTCL] interessa-lhe devido à fabricação de celulose de eucalipto, produto no qual a empresa brasileira é líder mundial.

A produção de papel da Portucel interessa à Votorantim.

A brasileira Suzano que firmou uma parceria estratégica com a nacional Sonae detendo 28 % do capital, também está interessada em participar neste concurso.

A Cofina [COFI], que controla a Celuloses do Caima, e a Inapa [INA] também pretender concorrer à privatização da Portucel.

As acções da Portucel caem 1,85% para os 1,16 euros.

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