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Produções Fictícias criam marcas a partir de conteúdos

A empresa dirigida por Nuno Artur Silva está a entrar numa nova fase que passa por uma estratégia assente na comercialização de conteúdos de marca. São "marcas criativas que têm existências em vários formatos", explica Nuno Artur Silva ao Jornal de Negóci

Catarina Carneiro de Brito catarinabrito@negocios.pt 18 de Setembro de 2006 às 07:20
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A empresa dirigida por Nuno Artur Silva está a entrar numa nova fase que passa por uma estratégia assente na comercialização de conteúdos de marca. São "marcas criativas que têm existências em vários formatos", explica Nuno Artur Silva ao Jornal de Negócios.

O projecto foi ganhando consistência após uma série de sucessos. O "Homem que mordeu o cão" é uma marca que nasceu na rádio com Nuno Markl e que depois foi "rentabilizada para outros suportes". Entre estes, um livro que vendeu cerca de 200 mil exemplares, espectáculos ao vivo e programas na televisão, numa lógica de multiplataforma. O mesmo aconteceu com o "Gato Fedorento", cujo DVD já vai em mais de 110 mil cópias vendidas, ou com o "Inimigo Público", que tem o suporte em papel num suplemento semanal no jornal do grupo Sonae e que já teve um programa na SIC.

Em termos formais, as marcas são constituídas por equipas que têm como função "gerir os vários momentos de vida dos produtos". Para vender melhor estas marcas e sobretudo porque as novas tecnologias requerem actualizações na estrutura da empresa, foi criado, recentemente, o cargo de director de "new business", para o qual foi contratado Gonçalo Félix da Costa, ex-quadro da multinacional farmacêutica Dendrite International.

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