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Projectos da Galp vão criar 7.300 empregos

A Galp apresenta hoje, pela manhã, na nova sede em Lisboa, o seu programa de investimentos para o período entre 2008 e 2012. No total, a petrolífera vai investir 5,3 mil milhões de euros, dos quais 3,3 mil milhões serão aplicados em Portugal, na concretiz

Negócios negocios@negocios.pt 10 de Março de 2008 às 08:08
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A Galp apresenta hoje, pela manhã, na nova sede em Lisboa, o seu programa de investimentos para o período entre 2008 e 2012. No total, a petrolífera vai investir 5,3 mil milhões de euros, dos quais 3,3 mil milhões serão aplicados em Portugal, na concretização de projectos que a empresa tem vindo a anunciar nos últimos anos.

O maior dos quais é o da reconversão e modernização das refinarias de Sines e Matosinhos, um investimento de mais de mil milhões de euros, aprovado pelo Governo na semana passada. Considerado PIN (projecto e interesse nacional), o plano de reconversão das refinarias permitirá, entre outras coisas, tornar Portugal auto-suficiente em termos de produção de gasóleo, noticia o "Diário de Notícias".

Mas o que hoje será realçado na apresentação do plano de expansão, que conta com a presença do primeiro ministro, José Sócrates, e do ministro da Economia, Manuel Pinho, é o impacto dos investimentos da Galp no emprego em Portugal. Ao todo, contribuirão para a criação de 7300 postos de trabalho, fixos e temporários, anunciará a empresa, numa altura em que o País regista 440 mil desempregados. Em fase de construção, vão gerar 2000 postos de trabalho directos e mais 3600 indirectos, entre 2008 e 2012. Depois de concluídos os projectos, criam 800 empregos directos (400 dos quais entrarão nos quadros da Galp) e mais 900 indirectos.

Além da reconversão das duas refinarias, contribuirão para este volume de emprego a construção de uma central termoeléctrica de ciclo combinado a gás natural em Sines, a execução do projecto eólico, que a empresa vai desenvolver com os seus parceiros do consórcio Ventinveste - vencedor da fase B do concurso lançado há dois anos pelo Governo para a atribuição de uma nova potência eólica - e ainda o investimento em unidades de biodiesel de segunda geração.

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