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PSD contra o uso da "golden share" no veto à proposta da Telefónica (act.)

Miguel Relvas, secretário-geral do PSD, afirmou que o partido está contra o uso da “golden share” na assembleia geral da Portugal Telecom. O responsável salienta que apesar da proposta da Telefónica “não ser um bom negócio para a PT cabe respeitar os accionistas”.

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 30 de Junho de 2010 às 17:49
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Miguel Relvas, secretário-geral do PSD, afirmou que o partido está contra o uso da “golden share” na assembleia geral da Portugal Telecom. O responsável salienta que apesar da proposta da Telefónica “não ser um bom negócio para a PT cabe respeitar os accionistas”.

O responsável do PSD defendeu hoje que “a CGD deveria ter votado contra” a proposta da Telefónica, “tal como o fez”, mas deveria ter sido esta a única posição do Governo.

“Nós não teríamos utilizado a ‘golden share’ porque entendemos que não devem existir ‘golden share’ nas empresas”.

“O Estado não deve ter poderes especiais nas empresas”, sublinhou em conferência de imprensa.

“O negócio não era bom para a PT mas cabe respeitar os accionistas”, destacou Miguel Relvas, defendendo que na reunião de hoje “não houve divisão dos accionistas”.

Contados os votos 74% estavam a favor da proposta de compra da participação da PT na Vivo por 7,15 mil milhões de euros, enquanto os restantes 26% estavam contra. Ou seja, a vitória seria dos que estavam disponíveis para vender.

Contudo, o veto do Estado acabou por determinar o fim desta proposta.

Este comportamento “não bom para as empresas”, nem para a economia e “não é bom para a possibilidade de captarmos investimentos estrangeiros”, referiu.

“O mundo tem de olhar para a economia portuguesa como uma economia que joga com as mesmas regras das outras”, acrescentou Miguel Relvas.

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