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PT emite convocatória para a assembleia geral

A Portugal Telecom emitiu hoje o comunicado de convocatória para a assembleia geral, que terá lugar no dia 21 de Abril. Da ordem de trabalhos não faz parte a desblindagem de estatutos ou qualquer ponto de discussão da OPA lançada pela Sonae. Na agenda est

André Veríssimo averissimo@negocios.pt 15 de Março de 2006 às 11:31
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A Portugal Telecom emitiu hoje o comunicado de convocatória para a assembleia geral, que terá lugar no dia 21 de Abril. Da ordem de trabalhos não faz parte a desblindagem de estatutos ou qualquer ponto de discussão da OPA lançada pela Sonae. Na agenda está a aprovação da remuneração aos accionistas e dos órgãos sociais para o triénio 2006/2008.

O primeiro ponto da ordem de trabalhos respeita à eleição do vice-presidente da mesa da assembleia geral, cargo que era ocupado por Miguel Galvão Teles e a que este renunciou após a OPA da Sonae, por uma questão de incompatibilidade.

Como é habitual, a AG irá deliberar sobre o relatório de gestão, balanço e contas individuais e consolidadas do exercício de 2005, e sobre a aplicação de resultados. Recorde-se que a Portugal Telecom propôs a distribuição de um dividendo de 0,475 cêntimos. A AG vai ainda deliberar sobre a aquisição e alienação de acções próprias, incluindo a aquisição em conexão com o programa de recompra de acções.

A ordem de trabalhos da AG, inclui ainda a deliberação sobre os parâmetros aplicáveis em caso de eventual emissão de obrigações convertíveis em acções que venha a ser deliberada pelo conselho de administração. A emissão de obrigações convertíveis implica a realização de um aumento de capital e pode ser usada para contrariar uma OPA. O conselho de administração, que regra geral é quem elabora a ordem de trabalhos da AG, pretende ainda que seja deliberada a supressão do direito de preferência dos accionistas na subscrição de eventual emissão de obrigações convertíveis.

A desblindagem de estatutos e a discussão da OPA deverá ficar para uma assembleia extraordinária.

Para participar na AG, cada accionista tem de ter bloqueadas numa instituição financeira um mínimo de 500 acções. O que equivale, ao actual preço de mercado dos títulos (10 euros), a cerca de 5000 euros.

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