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PT não pretende reforçar posição na MTC

A Portugal Telecom está satisfeita com a posição de 34% que detém no operador móvel MTC, na Namíbia, que representa a participação máxima permitida por lei, pelo que não vai reforçar a presença no capital desta empresa.

Negócios negocios@negocios.pt 08 de Abril de 2008 às 16:49
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A Portugal Telecom está satisfeita com a posição de 34% que detém no operador móvel MTC, na Namíbia, que representa a participação máxima permitida por lei, pelo que não vai reforçar a presença no capital desta empresa.

A operadora liderada por Zeinal Bava fez chegar a Nahas Angula, primeiro ministro da Namíbia, uma proposta que visa obter a aprovação para reforçar a sua posição no capital na operadora da rede móvel do país, a MTC.

A companhia portuguesa já tem 34% da MTC e, segundo Antonio Miguel Ferreira Geraldes, director geral da operadora, a PT está mesmo interessada em adquirir a totalidade da empresa, caso chegue a acordo com o executivo da Namíbia.

"Qualquer movimentação de consolidação terá de esperar até que a nova lei para o sector das telecomunicações seja aprovada, no final deste ano", salientou Antonio Geraldes, em declarações citadas pela Bloomberg.

Contudo, fonte oficial da PT disse à Reuters que estamos satisfeitos com as parcerias que temos na MTC e com a nossa posição no operador, e o potencial de desenvolvimento futuro deste activo".

"Não apresentámos nenhuma proposta, até porque a lei não o permite. Estamos muito satisfeitos com os parceiros locais que temos na MTC", sublinhou a mesma fonte.

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