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PT quer Top 3 das operadoras da Europa mais eficientes; corte custos compensa pressão receitas

A Portugal Telecom quer reduzir custos e controlar os investimentos, visando estar no Top 3 das operadoras europeias mais eficientes dentro de três anos. A empresa quer maximizar o dividendo a pagar aos accionistas mas não avançou um valor para 2003.

Nuno Carregueiro nc@negocios.pt 24 de Junho de 2003 às 12:10
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A Portugal Telecom quer reduzir custos e controlar os investimentos, visando estar no Top 3 das operadoras europeias mais eficientes dentro de três anos. A empresa quer maximizar o dividendo a pagar aos accionistas mas não avançou um valor para 2003.

Estas são algumas das informações que a Portugal Telecom está hoje a anunciar aos analistas e investidores, no «Investor Day» da operadora que decorre hoje em Lisboa.

Segundo a apresentação da empresa, os principais objectivos estratégicos da empresa são «posicionar a PT como um operador integrado de telecomunicações e multimédia», reter a liderança «e uma forte quota de mercado» em Portugal e no Brasil, «estar no Top 3 das mais eficientes operadoras de telecomunicações da Europa dentro de três anos».

A gestão da companhia, liderada por Horta e Costa, terá como principais focos efectuar uma redução de custos, reduzir os gastos com subsidiação de clientes, controlar o Capex e a geração de «cash flow».

Em relação ao dividendo a pagar em 2003, uma das principais atenções dos investidores nesta reunião, a PT não quantificou, apesar de admitir que quer «maximizar o retorno aos accionistas, através da redução da dívida e repatriação de «cash».

No ano passado a PT anunciou que iria pagar este ano um dividendo de 16 cêntimos, meta que veio a cumprir e para 2003 os analistas estimam uma subida deste montante.

Receitas vão continuar pressionadas em 2003 mas corte de custos ajuda

Nas conclusões das suas perspectivas para 2003 a Portugal Telecom afirma que «a performance ao nível do top line (receitas) vai permanecer sobre pressão».

No entanto a PT refere que o EBITDA vai ser compensado pelo plano de corte de custos efectuado.

A empresa espera uma forte geração de «cash flow», com o negócio doméstico a representar mais de 90% do total e afirma que o objectivo estratégico de repatriação de «cash» vai aumentar e a PT vai ter uma flexibilidade financeira ampla em 2004.

A Vivo, operadora móvel brasileira, está a beneficiar com a estabilização do real.

Os projectos de reestruturação de projectos da PT com vista a cortar custos deverão implicar uma poupança de 8,1% a 11,6% do volume de investimentos (Capex) da empresa.

As acções da PT desciam 0,31% para os 6,43 euros.

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