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"Continuarei a lutar pela minha inocência com optimismo acrescido"

Um dos ex-gestores do BCP que vai ser julgado em tribunal diz que tem a consciência tranquila e que vislumbra alguns sinais de justiça.

Maria João Gago mjgago@negocios.pt 27 de Julho de 2010 às 19:36
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Numa declaração escrita enviada ao Negócios, António Rodrigues diz que a decisão conhecida hoje do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa “permite vislumbrar alguns sinais de justiça”

António Rodrigues vai ser julgado pelo crime de manipulação de mercado de falsificação de documentos, tendo sido ilibado da acusação de burla qualificada em relação aos prémios avultados conseguidos alegadamente através dos resultados que estavam a ser empolados.

“Ao deixar cair a acusação de burla o tribunal começa a fazer justiça”, salienta o ex-administrador do BCP, assegurando que continuará a “lutar pela minha inocência com optimismo acrescido por ter sido hoje ilibado de uma acusação de burla totalmente inconcebível e injusta, para quem ajudou a criar do nada uma instituição que revolucionou os serviços financeiros em Portugal e que hoje emprega mais de 20 mil pessoas e paga a mais de 16 mil pensionistas”

António Rodrigues considerou ainda que a decisão do Tribunal “constitui um marco, uma viragem, em tudo o que se tinha passado até hoje”, uma vez que só agora “ foi possível à defesa passar para o público a sua mensagem e a sua versão dos factos”.

“Estou convicto que conseguiremos demonstrar que não houve manipulação de mercado, nem falsificação de documento”, acrescenta.”

“Estou convicto que a verdade prevalecerá sobre aqueles que se querem aproveitar do trabalho de outros. O BCP é forte porque foi construído com grandes fundações e tem pessoas do melhor neste país. Deixem o BCP em paz que o país só tem a ganhar com isso”, concluiu.

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