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"Estamos perante um caso de polícia e não de supervisão"

O ministro das Finanças voltou esta noite a defender o Banco de Portugal e o seu Governador, Vítor Constâncio, frisando que o caso BPN é "um caso de polícia e não de supervisão".

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O ministro das Finanças voltou esta noite a defender o Banco de Portugal e o seu Governador, Vítor Constâncio, frisando que o caso BPN é “um caso de polícia e não de supervisão”.

Socorrendo-se de um adágio popular, Teixeira dos Santos lembrou que “na vida privada, o enganado é sempre o último a saber” e que também “no mundo dos negócios é possível fazer fraudes e escondê-las”.

“Se há banco que foi acompanhado e supervisionado foi o BPN, a ponto de se ter queixado”, disse o ministro, frisando que “é impossível detectar acções deliberadamente fraudulentas e que são deliberadamente escondidas”. “Não podemos exigir à supervisão aquilo que ela não pode garantir”.

O ministro voltou ainda a referir, perante a comissão parlamentar de inquérito ao BPN, que a acção do Banco de Portugal foi fundamental para se descobrir a relação entre o banco de Oliveira e Costa e o Insular, e que foi o supervisor que produziu elementos de prova que foram depois facultados à PGR e que permitiram abrir o processo, em curso, contra o antigo administrador.

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