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"Há margem para uma resposta agressiva da CSN" à proposta da Camargo Corrêa

A Camargo Corrêa avançou, hoje, com uma alternativa à OPA da CSN, propondo aos accionistas da Cimpor uma fusão. Uma oferta que, na perspectiva do BPI, deverá ter resposta. "Há margem para uma resposta agressiva da CSN", defende o banco de investimento.

Paulo Moutinho 13 de Janeiro de 2010 às 17:32
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A Camargo Corrêa avançou, hoje, com uma alternativa à OPA da CSN, propondo aos accionistas da Cimpor uma fusão. Uma oferta que, na perspectiva do BPI, deverá ter resposta. “Há margem para uma resposta agressiva da CSN”, defende o banco de investimento.

“Depois do anúncio” de fusão da Camargo Corrêa “acreditamos que há margem para uma resposta agressiva por parte da CSN”, diz o BPI. “A melhoria da oferta ainda não foi descartada. Esta opção daria liquidez imediata aos accionistas da Cimpor, envoltos em dificuldades financeiras e que querem sair do capital da cimenteira”.

Cálculos realizados pelo banco de investimento apontam para a possibilidade da CSN rever em alta o preço da OPA em 23%. A contrapartida pode subir para 7,08 euros, dos actuais 5,75 euros. As acções da Cimpor terminaram a sessão de hoje a cotar nos 6,431 euros, a subir 0,02%.

Nesta nota de “research” a que o Negócios teve acesso, o BPI adianta que “a dúvida, agora, é a até que ponto a Camargo já garantiu apoios suficientes para a sua proposta, que poderia impedir o sucesso da proposta em dinheiro da CSN”.

Os analistas do BPI concluem a nota de investimento sublinhando o facto da proposta da Camargo Corrêa ser a mais pacífica em termos políticos já que “permitiria manter o controlo da Cimpor em Portugal”.

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