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"Não haverá muitos mais projectos para manter qualidade"

O ministro da Economia, Manuel Pinho, considera que não deverá haver "muitos mais projectos (além dos seis previstos para Tróia), porque é importante guardarmos uma grande qualidade do ponto de vista urbanístico e ambiental", disse o governante, à margem da inauguração do empreendimento Tróiaresort, do Grupo Sonae.

Ana Torres Pereira atp@negocios.pt 09 de Setembro de 2008 às 08:02
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O ministro da Economia, Manuel Pinho, considera que não deverá haver “muitos mais projectos (além dos seis previstos para Tróia), porque é importante guardarmos uma grande qualidade do ponto de vista urbanístico e ambiental”, disse o governante, à margem da inauguração do empreendimento Tróiaresort, do Grupo Sonae.

Além do inaugurado ontem, Tróiaresort, estão previstos para aquela região, o hotel condomínio e casino do Grupo Amorim, o projecto dos Grupos Pestana, Espírito Santo, Costa Terra e Pinheirinho.

Os projectos Costa Terra e Pinheirinho encontram-se parados, enquanto o do Grupo Amorim, parceiro da Sonae regista um ligeiro atraso e deverá ser inaugurado em Janeiro de 2009. O Grupo Espírito Santo e o Grupo Pestana prevêem arrancar com as obras dos seus projectos no próximo ano.

Quando questionado sobre as afirmações da Quercus que consideravam a ocupação da região excessiva, Manuel Pinho disse que “ao longo de dezenas de quilómetros prevê-se a construção de 35 mil camas o que é perfeitamente razoável, é uma densidade de construção muito baixa e isso é bom do ponto de vista ambiental, mas também económico”.

A Quercus afirmou que as mais de 15 mil camas planeadas para o Tróiaresort, cuja primeira fase foi inaugurada ontem, podem “ameaçar o equilíbrio natural” da península.

Em declarações à TSF, Carla Graça, do núcleo de Setúbal da organização ambientalista, considerou que as 15.307 camas previstas são uma “ocupação excessiva”, já que o megaprojecto “não acautela o estacionamento e a recepção à população flutuante”.

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