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"Uma empresa pública só pode despedir se não houver mais nada a fazer"

A administração de Guilherme Costa, na RTP, afirma que 2009 será um ano de "combate ao desperdício". Mas se a crise "não for uma catástrofe", não estão em cima da mesa futuros despedimentos.

Elisabete de Sá esa@negocios.pt 27 de Março de 2009 às 14:01
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A administração de Guilherme Costa, na RTP, afirma que 2009 será um ano de “combate ao desperdício”. Mas se a crise “não for uma catástrofe”, não estão em cima da mesa futuros despedimentos.

Numa estrutura de cerca de 2500 pessoas, e com o claro objectivo de reduzir custos de estrutura, os planos de administração passam por fazer uma realocação mais eficiente dos recursos humanos. O recurso à formação e a acções de reconversão profissional deverá permitir a transferência de funcionários para novos projectos e serviços que estão em estudo.

Para já, garantiu esta manhã Guilherme Costa, não estão em cima da mesa eventuais despedimentos. “Se a crise não for uma catástrofe, a RTP não despedirá”, afirmou. “É minha convicção que uma empresa pública, e em ano de crise, só pode despedir se não houver mais nada a fazer”, acrescentou o presidente do conselho de administração da estação pública.

O plano de acção para 2009 passa por um apertado controlo de custos, bem como pela definição de um caminho que permita à empresa pública aumentar as suas receitas, nomeadamente em plataformas não tradicionais. “Está a haver um trabalho intenso de reflexão sobre vários produtos e serviços e o que eles poderão representar na estratégia da RTP”, explicou Guilherme Costa. Estas matérias estarão em análise num encontro de quadros do grupo, que se realiza no próximo fim de semana.

Com “realismo”, diz o responsável, o ano de 2009 prevê-se muito difícil. “Vamos navegar à vista”, diz.

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