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Receitas de combustíveis da Galp Energia sobem em Janeiro; lucros aumentam em 2002

As receitas do segmento de distribuição de combustíveis subiram em Janeiro de 2003 face ao período homólogo, disse António Mexia, presidente executivo da Galp Energia, apesar da redução de 100 postos em Portugal efectivada no primeiro mês do ano.

Bárbara Leite 17 de Fevereiro de 2003 às 15:32
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As receitas do segmento de distribuição de combustíveis subiram em Janeiro de 2003 face ao período homólogo, disse António Mexia, presidente executivo da Galp Energia, apesar da redução de 100 postos em Portugal efectivada no primeiro mês do ano.

«Os números de Janeiro mostram que nós com menos postos de combustíveis conseguimos vender mais litros no mercado» do que em Janeiro de 2002, afirmou Mexia, à margem da conferência de imprensa para assinatura do acordo de patrocínio oficial da Galp Energia ao Euro2004.

Sem detalhar valores sobre as receitas, Mexia lembrou que em Janeiro foram efectivados o encerramento de «50 a 60 postos de combustíveis que não apresentavam as condições de segurança impostas» pela União Europeia (UE).

«Hoje temos menos 100 postos do que no passado», revelou o presidente executivo da petrolífera e empresa de gás natural nacional.

Mexia acredita que os apoios do grupo ao futebol também estiveram na origem da subida das receitas.

«Conseguimos em Janeiro, em principio, aumentar a quota de mercado», referenciou a mesma fonte, situação que constituiu uma surpresa para o gestor. «É algo que não estávamos à espera», destacou.

A Galp «está a ter uma quota de mercado acima da quota natural», disse Mexia, o que considera positivo visto que «estamos a concorrer com a Shell e com a BP que são as maiores empresas do mundo. E o futebol tem ajudado nessa luta».

Além do patrocínio oficial ao Euro2004, a Galp Energia apoia a Selecção Nacional e a Super Liga de Futebol. A empresa mantém ainda os direitos sobre o jogador nacional Luís Figo.

A Galp Energia já renovou, até 2003, 800 postos de combustíveis.

Este mercado apresentou uma retoma em Janeiro, informou confiante António Mexia. «Pela primeira vez, em 2002 este mercado não apresentou crescimento», avançou o presidente executivo da Galp Energia que sublinhou que «espero que consigamos, ter um aumento de quota de mercado» no presente ano e no ano em que decorre o Campeonato Europeu de Futebol em Portugal.

A redução de custos internos entre os 50 a 55 milhões de euros, através de um programa encetado desde 2002 ajudará as contas de exploração da empresa.

As contas da Galp Energia referentes ao exercício de 2002 estão praticamente fechadas. Os resultados líquidos do grupo, segundo assegurou Mexia, «vão ficar acima dos de 2001».

Nos primeiros seis meses de 2002, a Galp Energia teve lucros de 109,4 milhões de euros, mais que o registado em todo o ano passado, quando os resultados líquidos foram de 97 milhões de euros.

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