Telecomunicações Receitas de TV paga aumentam para 895 milhões de euros

Receitas de TV paga aumentam para 895 milhões de euros

No segundo trimestre do ano os proveitos do serviço de televisão paga aumentaram 9,2%. O número de casas com subscrição de canais “premium” também cresceu para 18,1%. A Nos continua a liderar o segmento.
Receitas de TV paga aumentam para 895 milhões de euros
Bloomberg
Sara Ribeiro 29 de agosto de 2016 às 16:28

No final de Junho o número de subscritores de televisão paga em Portugal atingiu cerca de 3,6 milhões. Um número que representa um aumento de 36 mil assinantes (mais 1%) face ao segundo trimestre de 2015, de acordo com os dados divulgados pela Anacom esta segunda-feira, 29 de Agosto.

 

O crescimento do serviço deveu-se "fundamentalmente às ofertas suportadas em fibra óptica, cujo número de subscritores aumentou 56 mil em relação ao trimestre anterior e 205 mil face ao período homólogo", explica o regulador. Perto de 88,8% dos clientes têm acesso ao serviço através de ofertas convergentes.

 

As receitas seguiram o mesmo caminho, totalizando 895 milhões de euros no trimestre em análise, um valor que representa um crescimento de 9,2% em relação ao trimestre homólogo.

 

De acordo com o Barómetro de telecomunicações da Marktest, citado pela Anacom, no segundo trimestre também houve um aumento do número de canais subscritos pelos portugueses, bem como dos canais "premium".

 

No final de Junho cerca de 18,1% dos lares que dispunham do serviço de TV por subscrição tinham acesso a canais "premium", um aumento de 0,3 pontos percentuais face ao trimestre anterior e de 1,1 pontos percentuais em comparação ao período homólogo.

 

Quanto à utilização das funcionalidades do serviço de TV paga, "diminuiu um ponto percentual no segundo trimestre deste ano, verificando-se que cerca de 71% dos assinantes utilizaram pelo menos uma das funcionalidades disponíveis". As gravações automáticas foram o serviço mais usado, seguidas do guia de programação de TV, dos canais em alta definição e das gravações manuais.

 

De acordo com os mesmos dados, "cerca de 3,4% dos indivíduos com 10 ou mais anos tinha subscrito serviços de "streaming on demand", como o Netflix, Fox Play e NPlay (da Nos).

No que respeita a quotas, a Nos tem a quota de assinantes mais elevada com 43,7%, seguindo-se a Meo, a Vodafone e a Cabovisão com quotas de 39,7%, 11,7% e 4,8%, respectivamente. "A Vodafone foi o prestador que, em termos líquidos, mais assinantes captou no trimestre", sublinha a entidade liderada por Fátima Barros.




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