Banca & Finanças Reguladores foram alvo de contratações da CGD
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Reguladores foram alvo de contratações da CGD

Além de Carlos Tavares e Maria dos Anjos Capote, também Miguel Namorado Rosa veio da CMVM para a CGD. O banco público também contratou no Banco de Portugal. Os períodos de nojo foram distintos, quando existiram.
Reguladores foram alvo de contratações da CGD
Bruno Simão/Negócios
Diogo Cavaleiro 11 de março de 2018 às 20:25

Carlos Tavares era, até aqui, assessor do conselho de administração da Caixa Geral de Depósitos, de onde é quadro, mas de onde sairá para presidir ao Montepio. Foi da Comissão do Mercado de Valores Mobiliá)

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mais votado Votos para que sejam Felizes, SE... 11.03.2018


Se for para bem dos Clientes da Caixa, dos Acionistas da Caixa,
(todos os Cidadãos Portugueses), e da própria Caixa,
que sejam muito felizes, e que possam trazer à Caixa
um contributo de ética, rigor, competência, dinamismo, qualidade e criatividade,
no domínio da área dos Mercados de Capitais,
que induzam a Caixa a cabalmente desempenhar o importantíssimo papel
que está ao seu alcance,
no sentido de pôr todas as potencialidades dos Mercados de Capitais:
1º- Ao serviço dos seus Clientes,
estimulando-os à poupança, no seu interesse e do País;
2º - Ao serviço da própria Caixa,
proporcionando-lhe receitas equivalentes
às obtidas pelos seus pares europeus.
É de assinalar que:
se a CMVM é fonte de quadros para a Caixa,
o inverso também é verdadeiro,
já que, para a Vice-Presidência da CMVM foi, há cerca de ano e meio,
a Presidente da Caixa Gestão de Ativos,
e, ao que se saiba,
na Caixa, ainda não foi oficial e definitivamente substituída.

comentários mais recentes
RE: Votos para que sejam Felizes, SE... 12.03.2018

Problema de aproveitar Mercado de Capitais
para servir interesses individuais e coletivos (ao nível do País) dos Portugueses,
será obviamente o de:
- Selecionar pessoas certas para os lugares certos, segundo preocupações precípuas de meritocracia;
-Implementar nova Legislação,
reconhecendo que, pelo seu atraso, poderá ser desculpa parcial para o que de trágico aconteceu nos últimos anos com bancos em Portugal,
mas, pelo seu volume, nunca antídoto suficiente para evitar repetição;

Mas o mais relevante, em opinião de um “soldado desconhecido” dos Mercados, seria:
1-Criar maquinismos indutores de adaptação constante dos intermediários financeiros às necessidades dos potenciais investidores, sincronizando interesses mútuos;
2-Estimular clima de concorrência intensa, intra e inter intermediários,
levando-os a que acabem por dar prioridade absoluta aos interesses dos seus clientes,
como melhor forma de servir os seus próprios interesses,
contrariando tendências para doentios compadrios.

Votos para que sejam Felizes, SE... 11.03.2018


Se for para bem dos Clientes da Caixa, dos Acionistas da Caixa,
(todos os Cidadãos Portugueses), e da própria Caixa,
que sejam muito felizes, e que possam trazer à Caixa
um contributo de ética, rigor, competência, dinamismo, qualidade e criatividade,
no domínio da área dos Mercados de Capitais,
que induzam a Caixa a cabalmente desempenhar o importantíssimo papel
que está ao seu alcance,
no sentido de pôr todas as potencialidades dos Mercados de Capitais:
1º- Ao serviço dos seus Clientes,
estimulando-os à poupança, no seu interesse e do País;
2º - Ao serviço da própria Caixa,
proporcionando-lhe receitas equivalentes
às obtidas pelos seus pares europeus.
É de assinalar que:
se a CMVM é fonte de quadros para a Caixa,
o inverso também é verdadeiro,
já que, para a Vice-Presidência da CMVM foi, há cerca de ano e meio,
a Presidente da Caixa Gestão de Ativos,
e, ao que se saiba,
na Caixa, ainda não foi oficial e definitivamente substituída.

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